Ghost Love Score (live end of an era) - Nightwish
20 Agosto 2008
Vídeo da semana
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Categoria Vídeo Da Semana
01 Agosto 2008
Entrevista Tuomas e Anette
Jason Levine da Sonic Cathedral webzine entrevistou Tuomas Holopainen e Anette Olzon durante a estadia da banda nos E.U.A. Como não podia deixar de ser trago-vos aqui a tradução da entrevista.
A entrevista fala muito da tour americana, mas também revela planos futuros da banda, algumas confissões de problemas e anúncio da provável data de saída do sucessor de Dark Passion Play.
É uma tradução livre e poderá não estar 100% correctamente traduzida. Fiz o meu melhor e penso ter captado bem a essência das palavras.
Ora cliquem em Ler mais e boa leitura.
Jason Levine senta-se com Tuomas Holopainen e Anette Olzon
Jason: É a vossa segunda vez nos Estados Unidos com o novo alinhamento, Hoje é o primeiro dia da nova tour. Gostaram da primeira viagem?
Tuomas: A primeira foi muito boa. Foi mais como uma tour de ensaio para ser honesto. Começamos aqui por uma razão. Para que podessemos apresentar a vida misteriosa do Rock and roll a ela (Anette). Porque ninguém nos conhece aqui nos EU. Por enquanto, esperemos. Por isso foi uma espécie de aterragem suave para a banda. Especialmente para o ínicio dela aqui. Agora que regressamos, claro que temos um pouco mais de expectativas e, como diseste anteriormente, fizemos uma pequena evolução desde a última tour. Foi, pelo menos eu senti, uma lufada de ar fresco. Foi uma noite muito boa.
Jason: (para a Anette) Na primeira tour tu eras tipo ir "lá e cantar". Agora vais lá com todo um espectáculo teu. Quanto trabalhaste na tua performance em palco?
Anette: Bem, eu acho que quando estive lá da última vez, não tinha cantado muito com os rapazes. Preciso de algum tempo para me sentir á vontade e apreciar a viagem. Tivemos tantos espectáculos até agora, que consigo concentrar-me não só na voz. Consigo saltar pelo palco e pensar nas pessoas também. Acho que antes também fazia isso. Mas sabes... Estava muito nervosa e sobre muita pressão da última vez que cá estivemos. Portanto é muito mais fácil agora. É muito bom.
Jason: É importante para a banda ter sucesso nos EU. Sei que no passado queriam ter tocado mais nos EU e houveram problemas. Vocês agora querem-se concentrar e expandir mais nos EU?
Tuomas: O máximo que consigamos, sim. Porque para mim é mais que ter sucesso nos EU. É mais tipo, este é o mercado mais díficil em todo o mundo. Especialmente para música como esta, que vem de um país de língua nativa não inglesa, como a Finlândia ou Suécia. Portanto se conseguissemos alcançar sucesso pelo menos numa escala pequena, podes dizer que alcançaste uma coisa que poucos conseguem. Levamos isso como um desafio. Como se isto fosse o derradeiro objectivo. Mas não é como se estivessmos aqui para conquistar todo o país. Apenas fazemos o melhor que conseguimos. O máximo de tours que consigamos e ver até onde isto vai.
Jason: Quando tocam na Europa, estão habituados a tocar para milhares de pessoas por noite. Que tipo de experiência é tocar neste espectáculos mais intimistas aqui?
Tuomas: Toda a gente na banda está em chamas de momento. Quero dizer, é uma experiência totalmente diferente tocar para 10.000 pessoas na Europa e é igualmente bom. Tens o mesmo tipo de sentimentos. Tocando aqui em Poughkeepsie para 700 pessoas num pequeníssimo pub, consegues mesmo sentir e cheirar o suor e a cerveja e o rock and roll. Isso é uma experiência totalmente nova. Pessoalmente, aprecio mais este tipo de pequenos concertos a grandes arenas.
Anette: Sim. Acho que é mais intimista. Quase consigo ver todas as caras. Até pessoas ao balcão. Quando há 15 000 é difícil. Gosto de ter esta intimidade com as pessoas. Claro que é bom ter á frente 15 000 também. Mas como o Tuomas disse isto é apreciável. Deveria ser assim, por um lado.
Jason: Tiveram uma situação em que não sabiam como é que os fãs iriam reagir.
Anette: Uh huh.
Jason: É bom estar nestes lugares onde podem estar em contacto com os fãs?
Anette: Sim. E sabes, quando tens um bom ambiente como esta noite, sentes-te bem.vinda. Acho que a América é um pouco mais seguro do que foi na Finlândia, claro. Gosto realmente da América, devo dizer. Entramos num autocarro e é muito uma coisa de família.
Tuomas: Passeio.
Anette: É um passeio. As tours deveriam ser assim. Quandoe stamos na Europa temos hotéis todas as noites e então não ficamos muito tempo juntos. Aqui temos que estar juntos e isso é bom. Muito bom.
Tuomas: Hoje não houve uma única casa de banho a funcionar.
Anette: Não (*risos*).
Tuomas: Por exemplo, isso. Não há backstage. Nadadisso. Por um lado, isso é a beleza da coisa.
Anette: Na primeira tour que tive que fazer, as minhas, tu sabes, necessidades iam num saco plástico. Isso é que é fazer uma tour (*risos*). Quero dizer, por um lado era como deveria ser. Mesmo que seja confortável ficar em hotéis e isso. Assim é o verdadeiro rock and roll.
Jason: Com o DPP começaram o álbum com uma canção de 14 minutos. Isso é muito diferente do que normalmente as bandas fazem. Qual foi a ideia por detrás disso?
Tuomas: Acho que a ideias por detrás disso foi que não pensámos muito. Simplesmente parecia a coisa certa a fazer. Tu tentas sempre evitar os clichés ao máximo. Um cliché seria colocar á canção mais longa no fim do álbum. Parecia bem fazer exactamente o contrário. Colocá-la como número um, e realmente funciona.
Jason: A canção que usaste para apresentar a Anette foi Eva. Foi propositado escolher uma balada em vez de uma das vossas canções mais mexidas?
Anette: Acho que só o Tuomas é que sabe. Porque eu não tive nada a ver com a escolha da canção.
Tuomas: Acho que é uma boa canção. Pessoalmente, ao vivo, é uma das mais aborrecidas. Mas de uma certa maneira essa canção apresenta-a. Encaixa muito bem com a sua voz. Portanto por isso decidimos colocá-la como um teaser para o novo álbum.
Anette: E é tipo, sabes... Mesmo que seja uma canção muito simples, é muito difícil cantá-la com emoção. Acho que uma canção calma põe-te á prova. Especialmente quando não há muitos intrumentos. Parace fácil, mas não é. Na verdade é mais simples apenas cantar. Gritar e cantar (*risos*). Tens que interpretá-la. É uma canção muito tocante.
Tuomas: Sim. esta canção em particular, é um exemplo perfeito da Anette no seu melhor. Porque o que eu gosto mais na voz da Anette é o facto de conseguir contar a história. Eva é uma pequena triste história. Ela deu-lhe vida. Acho que é um dos melhores momentos dela no álbum, apesar de a canção não ser fora de série, na minha opinião.
Jason: Têm algumas baladas no álbum. Meados Of Heaven é outra. No geral, parece que alteraram um pouco o estilo para a Anette. Pensaram nisso quando decidiram arranjar uma nova vocalista?
Tuomas: Pessoalmente acho que não mudámos em nada o nosso estilo. A imagem da banda permanece a mesma exactamente há 11 anos. Um exemplo concreto para provar isto, é que tinhamos todas as canções feitas e gravadas e ainda não tinhamos vocalista. Portanto todo o DPP foi gravado sem a vocalista feminina. Depois decidimos que ela seria a vocalista. Convidámo-la. Tivemos alguns ensaios e depois ela veio ao estúdio cantar as suas partes. Portanto nunca poderiamos ter feito as músicas para a voz da Anette, porque não sabíamos quem as ia cantar.
Jason: Tudo correu bem, porque a tua voz encaixa muito bem nas músicas.
Anette: Sim. Mas neste álbum não tive nenhuma intervenção. Penso que no próximo será mais fácil, porque eu estarei lá.
Jason: Já começaram a tyrablahar em algumas canções novas?
Anette: Não sei se o Tuomas tem algumas ideias.
Tuomas: Tenho algumas ideias mas ainda é muito cedo para falar nisso, porque os nossos planos é ir para estúdio em 2010. Começar os ensaios no princípio de 2010, talvez...
Anette: E temos tanto trabalho na tour que penso ser díficil arranjar inspiração de momento. Mas tenho que dizer que adoro todas as músicas do novo álbum. Portanto é díficil pensar em algo novo, porque adoro cantá-las todas. Sinto-as.
Tuomas: Sim. Quando escreves letras estás sempre a pensar. Então, tenoh este acderno de apontamentos e acho que tenho de momento 45 páginas de texto. Alguns acordes e outras coisas. Mas nada de concreto ainda. FAz-me esta pergunta de novo daqui a um ano.
Anette: Sim. Num ano. Porque acho que vamos acabar em Setembro ou isso.
Tuomas: Sim. A tour vai acabar em Setembro de 2009.
Anette: Próximno ano. Aí talvez será a alturacerta para perguntar (*risos*).
Jason: Portanto planeiam andarem tour durante mais ano e meio.
Anette: Sim.
Tuomas: Pouco mais de um ano, sim.
Anette: Setembro.
Tuomas: 2009. Será o nosso último concerto.
Anette: Por essa altura...
Jason: Durante a vossa carreira lançaram alguns cd's e dvd's ao vivo. Está planeado alguma coisa parecida nesta tour?
Tuomas: Não. Não vamos fazer isso. Na verdade nenhum de nós é grande fã de álbuns ao vivo. Já lançamos dois álbuns ao vivo em 11 anos, acho eu. Por enquanto chega. O grande, grande plano é fazer um concerto com uma orquestra e coro. Queremos mesmo fazer isso com a Anette. Mas também acho que precisamos de um álbum novo com ela antes disso. A seguuir o que faremos? Se fizermos esse concerto será a coisa mais fixe de sempre.
Anette: Depois iremos fazer acústico. Tocar apenas guitarra acústica (*risos*).
Tuomas: Extremos. Vamos aos extremos.
Anette: Sim. Penso que temos de testar tudo. Acho que Nightwish é tentar coisas.
Tuomas: Sim.
Anette: è isso que tenho feito pela banda. Acho que somos todos um bocadinho malucos, logo temos que tentar coisas malucos.
Jason: Parece agora, existir um boa química na banda Sente-se em palco também. Sentes-te mais creativo e apaixonado pelas coisas?
Tuomas: Sim, sinto. O que eu adoro nesta banda é a música . è muito dramática. MAjestosa. Cria mundos de fantasia. Todo o conceito dos Nighteish é muito profundo. Mas depois os rapazes e a rapariga da banda, eles são pessoas normalíssimas. em palco apenas brincámos. Fazemos um show de rock and roll. Divertimo-nos. Não existe nada de dramático nisso. Fazes a música com coração e acerca de graves problemas. Sobre o suícido. Sobre jovens serem violentadas na escola. Sobre o amor e sobre a morte. O bem... Tudo. Mas podes interpretar tudo com um sorriso na cara e isso vê-se em palco.
Jason: (para a Anette) Como tem sido a tua experiência? Tem sido um turbilhão? Houve uma grande antecipação acerca da abertura dos Nightwish a uma nova vocalista. Como tem sido até agora?
Anette: Sim, mas eu vim de uma área nada do metal (*risos*), portanto não conhecia muito os Nightwish. Estou bastante contente. Mas claro que tem sido muito turbulento para mim. E tem havido a tour e a minha voz... Não cantava todos os dias e agora canto quase 6 dias por semana. Tenho aprendido muito acerca de mim mesma e, ás vezes, fico muito chata. Temos os nossas zangas. Tem sido uma ano e pêras. Nem tenho tempo para pensar e agora, sinto que isso é bom. No ano passado estava muito nervosa e pensava muito (*risos*), mas agora consigo apreciar a aventura.
Jason: A banda parece estar a gostar também...
Anette: Sim. Acho que nos tornámos num grupo após termos atressado alguns obstáculos.
Tuomas: Atingimos o fundo do poço há um mês ou dois.
Anette: Sim, é verdade.
Tuomas: Mas não foi mau, por um lado.
Anette: Tens que ter alguns conflitos em dias maus.
Tuomas: Ocorreram alguns conflitos e isso não foi assim tão mau. Foram precisas algumas conversas e alguns entendimentos de todos nós. Isso era inevitável. Sabíamos que tinha de acontecer algum dia.
Anette: Sim. E sabes, eu sou uma rapariga, tenho estado num autocarro com eles, e têm ocorrido algumas dificuldades. Sou sueca e eles finlandeses e, mesmo que estejamos muito próximos, existe uma grande diferença. Acho mesmo que a grande diferença, é que sou rapariga e tenho os meus dias (*risos*). Mas eles também têm os seus dias (*risos*). Tem corrido bem, porque aprendemos a falar sobre as coisas.
Tuomas: O que podemos ter como certo, porque vivemos isso durante 11 anos, é que ela não tinha a mínima noção do que a esperava.
Anette: Lidar com fãs e essas coisas...Nunca tinha feito isso. Tive que lhes dizer como me sentia, porque para eles isso era normal passados 11 anos. Eles eram tipo "sim, sim"... Para mim era tipo "ah...". Ser a vocalista numa grande banda não é muito fácil para uma pessoa normal se adaptar.
Tuomas: Em relação ás pessoas ela é exactamente como eu. Não me sinto confortável em frente de muitas pessoas. Aprendi a lidar com isso nestes 10 anos e agora consigo apreciar. Mas, no príncipio foi muito díficil.
Anette: Sim.
Tuomas: Percebes, estar no centro das atenções. A Anette teve de enfrentar isso e, por isso mesmo, eu entendo-a perfeitamente.
Anette: Se calhar foi difícil porque fui teimosa no início. Era tipo, "eu consigo enfrentar tudo, sou uma rapariga forte...". Não os deixei "entrar". Não lhes disse como me sentia. Mas agora eles sabem e eu sei. É muito bom.
Jason: Vir ate a ame´rica é uma espécie de treino para os fãs, porque vocês apanham mulktidões mais pequenas que na Europa.
Anette: Eu gosto de qualquer tiopo de multidão em qualquer país. Estivemos em França e foi uma loucura. Eles foram doidos. Maravilhoso! Nunca vi nada igual.
Tuomas: Até agora foram os melhores.
Anette: Foi tanto amor. Tantas pessoas. E tu não pensas que na França seja assim. Mas devo dizer que eles são fantásticos (*risos*). Aqui na América sinto-me bem-vinda e as pessoas são muito educadas. As pessoas aqui são muito bem comportadas e amáveis. Gosto muito disso.
Jason: Então os vossos planos é continuar a tour no próximo ano. Planeiam vir a América outra vez?
Tuomas: Em Setembro, sim. Com alguns dos nossos amigos.
Jason: Podemos esperar canções diferentes? Vão mudar a setlist?
Tuomas: Penso que vão haver algumas mudanças. Podes ficar muito aborrecido ao tocar estas canções várias vezes, portanto existem duas ou três mudanças uma vez ou outra. Mantem as coisas mais interessantes.
Jason: Talvez na próxima vez toquem Eva.
Anette: Na verdade já disse há uns tempos que gostava de cantar a Sleeping Sun e a Eva. Os slows também. Mesmo que queiras ir curtir. Acho que bastantes pessoas querem apenas ficar a ouvir... Eva é uma canção muito especial para muitas pessoas porque acho que lhes toca no coração. Espero cantá-la.
Tuomas: Mas vamos tocá-la.
Anette: Sei que os rapazes querem as canções mais pesadas (*risos*).
Tuomas: Não, não (*risos*). Não tem nada a ver. Apenas acho que a Eva é um bocado aborrecida.
Anette: Sim, sim, sim. Mas as pessoas gostam, sabes?
Tuomas: É uma opinião pessoal (*risos*)
Anette: Vamos tocá-la um dia, acho eu.
Tuomas: Na próxima tour.
Anette: Senão prendo-os (*risos*).
Jason: O que quer que escolham é óptimo. O espectáculo desta noite foi fantástico.
Anette: Muito obrigado.
Jason: Vocês fazem um excelente trabalho no placo.
Tuomas: Obrigado.
Anette: Na verdade, hoje estava um pouco nervosa. Não sabia porquê.
Tuomas: Primeiro concerto.
Anette: Sim, e é diferente.
Jason: Deve ter sido difícil. Tiveram problemas em trazer o vosso equipamento. Perderam alguns espectáculos. Isso tirou-vos o ritmo?
Tuomas: Bem, houve muita chatisse. Esperar, esperar, esperar. Hotéis. Será que podemos fazer o espectáculo. As coisas não estão cá... Por isso a energia compactou-se e foi libertada nesta noite.
Anette: E hoje o autocarro da staff avariou. Mas felizmente estamos aqui e oxála não ocorram mais problemas(*risos*).
Tuomas: Felizmente.
Anette: Tivemos muita pena que os dois espectáculos tivessem sido cancelados. Espero que consigamos compensar os fãs um dia de alguma maneira.
Jason: Toda a gente virá da próxima vez e vocês terão plateias cada vez maiores. Estamos contentes de vos ter cá.
Anette: E nós de estarmos cá.
Tuomas: Definitivamente.
Anette: Muito mesmo.
Jason: Esperamos que os Nightwish tenham um bom futuro aqui nos EU e toda a gente da Sonic Cathedral agradeçe pela entrevista.
Tuomas: Obrigado.
Anette: Isso seria muito bom. Espalhem a palavra.
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Categoria Nightwish
31 Julho 2008
Thy Kingdom Gone
Os Flowing Tears, banda alemã de Gothic Metal anunciou que o próximo álbum a ser lançado acabou de ser gravado.
Com o título de Thy Kingdom Gone e 12 faixas, os alemães fizeram saber que se trata do álbum mais sombrio e intenso até á data!
"Estão lá muitos riffs fortes e melancólicos, muita atmosfera e, provavelmente, as letras mais pessoais e com maior dedicação da nossa parte. Apesar de parecer muito homogéneo, irão ficar surpreendidos com a sua variedade. Existe muito a descobrir!..."
O atwork será da autoria de Seth Siro Anton que trabalhou com, entre ouros, os portugueses Moonspell.
Sem data em concreto para o lançamento disseram apenas que será lançado no ínício de Outubro.
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Categoria Flowing Tears
Album recomendado da semana
After Forever
20 Abril 2007
Symphonic Progressive Metal
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06. Withering Time
07. De-Energized [feat. Jeff Waters]
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10. Who I Am [feat. Doro Pesch]
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13. Lonely [thinbox and digipack bonus]
Metal Storm: 9,0
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Categoria After Forever, Álbum da semana
30 Julho 2008
Vídeo Da Semana
See Me In Shadows - Delain
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Categoria Delain, Media, Vídeo Da Semana
